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Ciclo de reuniões da Cooabriel nas unidades – maturidade nos debates

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No último sábado (07/10), sócios da unidade (filial) da Cooabriel em Itabela (BA) concluíram o ciclo das reuniões de encerramento de safra, realizadas pela Cooabriel no Espírito Santo e na Bahia.

Com início no dia 19 de setembro, membros da diretoria e da equipe gerencial da Cooabriel, percorreram unidades no Espírito Santo (Boa Esperança, Jaguaré, Nestor Gomes, Nova Venécia, Vila Valério, São Gabriel da Palha, Alto Rio Novo e Águia Branca e na Bahia (Teixeira de Freitas, Camacan e Itabela), para um bate papo com cerca de 400 sócios, no sentido de debateram uma série de assuntos da cooperativa.

Além da pauta com destaque ao desempenho da Cooabriel no primeiro semestre do ano de 2017 e os projetos implementados, as reuniões, pelo seu modelo informal, foram espaços de oportunidades para grande interação e discussões de assuntos da p

rópria unidade. Os sócios presentes, participaram bastante de todos os debates.

“Este é o terceiro ciclo (19/09 a 07/10) de encontro de encerramento de safra, que realizamos desde 2015 e funciona como um dos pilares da organização do quadro social. A Cooperativa vai ao encontro dos sócios, na unidade que ele atua. Membros da diretoria e equipe técnica, vão ouvir os anseios dos sócios, demonstrar resultados do desempenho alcançado pela Cooperativa no primeiro semestre e avaliar projetos contidos no plano de trabalho, conhecer os desafios e os avanços de cada área. Uma oportunidade enorme de discutir e compreender o que se passa na vida da cooperativa” – disse o presidente, Antônio Joaquim de Souza Neto, no fechamento do ciclo no Espírito Santo.  

Para o gerente Administrativo Financeiro da Cooabriel, Samuel Lopes Fontes, a interação dos sócios nos assuntos, valida a importância dessas reuniões. “As reuniões regionais de encerramento de safra apresentam uma importância grande no processo de transparência da gestão. Nesse ciclo 2017 tivemos oportunidade de discutir os resultados alcançados no primeiro semestre. Também foi muito oportuno dialogar com os sócios sobre o mercado de café e explicar como esse mercado está se ajustando. A cada novo ciclo de regionais temos percebido uma evolução na maturidade dos sócios que passam a demandar informações que possam agregar no seu planejamento de atividade” – destacou

O sócio, Eliandro Hachbart, da região de Jaguaré-ES, falou da importância das discussões abertas durante a reunião e a aproximação com a diretoria. “Achei muito importante. Vocês não estão lá e a gente aqui. Pelo contrário, estão aqui junto com a gente, interagindo da melhor forma possível, para a gente trabalhar junto e melhorar ainda mais. Muito bom a gente estar participando e tirando dúvidas”. Ele citou a dúvida em relação a preço e disse compreender que existem muitas outras vantagens para os sócios. “Estava falando, que com a vinda da Cooabriel aqui em Jaguaré, a gente evitou fazer m

uitas caminhadas por saber que aqui é um lugar que acompanha mesmo os sócios e quer mesmo ajudar os sócios”.

Leonaldo Raasch, da unidade São Gabriel da Palha-ES, considerou muito importante a oportunidade, pois além de esclarecer muitas dúvidas sobre o que está ocorrendo em relação a mercado, como a questão do preço do café, a reunião significa um momento de aprendizado. “Mercado, preço, consumo, qualidade do café, tudo isto é muito importante debater, pois a gente acaba tirando dúvidas e aprendendo muito. Numa assembleia, por exemplo, são colocadas as coisas de forma geral, porque precisa ser daquele jeito, agora, nas reuniões, são discutidas as coisas que o produtor precisa saber” -avaliou.

Também de São Gabriel da Palha, o sócio, Geraldo de Araújo disse que é muito bom participar da reunião, especialmente, porque está voltada somente para o sócio, sem outras participações. “Reunião assim, deixa os sócios bem à vontade para conversar sobre os assuntos de interesse. Achei importante os esclarecimentos de vários pontos e também de conhecer a realidade dos produtores de outros países, como as experiências, faladas pelo Bastianello na visita ao Vietnã, Colômbia…”

O sócio, Wagner Furlan, do município de Camacan-BA, é produtor de café desde 1997 e um dos primeiros sócios da região. Participou da reunião em Camacan na última sexta (06/10) e dentre os assuntos, avaliou a questão do preço do café, fazendo uma reflexão ao produtor que se deixa convencer por alguns compradores que aparecem esporadicamente na região e explicou: “Na época em que comecei a vender café na região e não tinha a presença da cooperativa, havia dificuldade de se conseguir um comprador confiável e um preço estável. O preço é dado pela cooperativa e os outros compradores têm que adaptar a ele, pagando um pouco mais se quiserem atrair algum produtor, mas, que se enfraquecermos a cooperativa a ponto dela deixar de ser um ator importante no mercado, ou mesmo, se ficássemos novamente sem a cooperativa como formadora de preço, voltaríamos ao pior dos cenários no mercado, ou seja, produzir e não ter comprador confiável, além de ver o preço sendo dado  pelo volume entregue, prejudicando, principalmente ao pequeno e médio produtor. Vimos o café variar em mais de R$200,00 o preço em menos de um ano e pensar em trabalhar com outro comprador por causa de uma variação de no máximo R$20,00, ou seja 10% da variação total de preço, é pensar contra nosso próprio futuro na atividade. A cooperativa não paga menos, ela paga o preço possível”.

As reuniões regionais de encerramento de safra acontecem após a safra. É parte de um trabalho estruturado. No início do ano, antes da assembleia, a cooperativa realiza as reuniões regionais preparatórias para assembleia.

 

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